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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Gosto, das coisas pequenas, amores intensos,
bebidas geladas, corações quentes, lábios mordidos.
De maçã, de chocolate, do sal.
Da amizade, sinceridade, desespero e coragem.
Quero surpresas, palavras sem pensar, paixões inconsequentes, um pedido para mim ficar.
Preciso sentir a pele, o cheiro e a textura.
A voz me cativa, e as atitudes me conquistam.
Tenho medo, tenho fé, oro e desejo o bem.
Meus amigos, eu amo, meus inimigos ... não os conheço.
Brinco de amarelinha e passeio sozinha.
Prefiro filme do que balada, chá do que café,
chocolate do que bala, e canela do que açúcar.
Costumo falar sozinha quando apaixonada ou com raiva,
filmes até tarde e fazer amor de madrugada.
Desejo, um amor de verdade, gostar sem medidas,
querer bem sem olhar quem ...
Suplico ficar perto de mim, querer algo assim,
sabendo que não tem mais fim.

2 comentários:

  1. Um poeta casualista que conheci chamaria este texto de "marketing poético" ou "verdade em verdade" como ele costuma brincar. ^^
    Interessante ver como tu refutas o óbvio e te embrenhas por uma vida construída por tua própria verdade/vontade. É apaixonante, belo e assustadoramente único. Um interessante epitáfio para a lápide do desinteressante.

    Carpe Diem!

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  2. Ah não Paixão, que belíssimas tuas vontades.
    É realmente apaixonante ler isso. '-'
    Muito bom!

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