Eu lembrei muito de você, o que não é novidade.
Foi o dia que começou com um uma cabeçada nada agradável na mesa do computador. Já vi ali mesmo, ajoelhada no chão: Vai dar merda. E deu!
Passei as horas me enfiando em merda, tentando sair e caindo em mais merda ainda. Você sabe o que eu precisava no fim do dia. Um alívio. Uma paz. Mas não de você, convenhamos, você não é meu ponto de paz. Você é tudo menos minha paz. É você quem tira ela de mim, e coloca raiva, e coloca amor, e tristeza, e mais amor. Só precisava da sua distância. Mas é de você que eu sinto a maior e a pior saudade.
Tenho tido tantos dias de merda.
ResponderExcluirBeijo, sumida.
Vi
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